Sep 2

Depois de pouco mais de dois dias experimentando o Chrome, navegador lançado pelo Google na terça-feira, atualizo esta postagem com mais algumas considerações. O software pode ser baixado no endereço google.com/chrome.

  • Apesar de simpático, sobretudo pela sua interface clean, o Chome está a quilômetros de distância do Firefox, para citar apenas o navegador que utilizo. É desprovido tanto de funcionalidades básicas - como enviar links de páginas por e-mail - como avançadas - principal exemplo: extensões;
  • É uma alternativa bastante interessante para novatos em Internet, mas não se engane: as primeiras versões de produtos do Google são, geralmente, bastante simplórias… mas ficam poderosas com o passar do tempo (alguns exemplos: Google Reader, Google Earth);
  • O Chrome é, essencialmente, uma introdução ao “cloud computing” (computação nas nuvens), conceito por trás de uma nova geração de aplicativos que mesclam recursos do computador e da Internet. Ele roda serviços online em janelas isoladas do navegador, com direito a atalhos no menu Iniciar e no desktop;
  • Acima de tudo, traz instalado um componente chamado Gears. Criado pelo próprio Google, ele guarda localmente os dados de aplicativos online, permitindo até o uso no modo offline. Google Reader e até mesmo serviços de terceiros (exemplo: Todoist) já são compatíveis com o Gears;
  • Ao contrário do que andam alardeando por aí, não percebi aumento significativo na velocidade de carga das páginas, em comparação com o Firefox e com o Internet Explorer. Mas gostei bastante de algumas funcionalidades, como página inicial, abas, gerenciador de downloads e busca na barra de endereços.

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Aug 18

Leia a primeira colaboração do autor desta página para a versão brasileira do wwwhat’s new?, blog de origem espanhola que traz as últimas novidades em aplicações web gratuitas.

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Aug 18

O Fire.fm é, possivelmente, uma das maneiras mais fáceis de você escutar e descobrir novas músicas enquanto navega na Web. Trata-se de uma extensão para Firefox que adiciona uma pequena barra integrada ao Last.fm, a maior rede social de música do planeta.

Você deve ter uma conta no serviço, inserir usuário e senha do serviço no Fire.fm e pronto: basta inserir o nome de uma banda ou artista para ouvir uma rádio com músicas próprias e similares. O Last.fm, ele aprimora a seleção de canções de acordo com a qualificaçao que o usuário dá a elas.

O Fire.fm ainda oferece a opção de ocultar a barra (superior) e deixar os controles na barra de status (inferior) do navegador. Também é possível configurá-lo para que comece a tocar músicas no momento em que o Firefox é aberto. Mais simples, impossível.

Confira abaixo um pequeno guia da extensão em vídeo:

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Aug 14

Saiu a quarta e última parte da série de vídeos sobre o Aurora, um navegador conceitual concebido pela Adaptive Path, em parceria com o laboratório da Mozilla, mantenedora do Firefox. Desta vez, o browser do futuro aparece no que parece ser uma televisão de tela plana instalada na parede.

Dois usuários avaliam produtos da Amazon e conversam por videoconferência com a irmã de um deles. Todos os objetos presentes da tela são manipulados com as mãos - lembra, sobretudo, a Surface, mesa com superfície sensível ao toque que está sendo desenvolvida pela Microsoft:


Aurora (Part 4) from Adaptive Path on Vimeo.

Veja o primeiro, o segundo e o terceiro (mesmo post) vídeo.

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Aug 7

Já saíram mais dois vídeos da séria na qual a Adaptive Path e o Mozilla Labs estão apresentando como será o futuro da navegação na Web. No segundo vídeo, o browser conceitual Aurora é mostrado em um aparelho portátil - aparentemente, um smartphone com tela sensível ao toque. Os conceitos apresentados no primeiro vídeo são reproduzidos na tela diminuta:


Aurora (Part 2) from Adaptive Path on Vimeo.

O terceiro vídeo continua com a apresentação do Aurora no aparelho portátil, desta vez com mais interação com o “mundo real”: dois usuários conferem as avaliações de determinado produto enquanto fazem compras em uma loja. Desnecessário dizer que o pagamento é efetuado por meio do dispositivo:


Aurora (Part 3) from Adaptive Path on Vimeo.

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Aug 6

iSurgery

Para quem não conhece, o Worth1000 é um site muito bacana que promove concursos temáticos de imagens elaboradas com o Photoshop. Um dos mais recentes “competições” teve como tema o “Próximo Produto da Apple”.

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No total, os usuários já colaboraram com mais de 100 idéias, algumas “promissoras”, como o iWatch (relógio), e outras para lá de esdrúxulas, incluindo camisinhas, vibradores, (várias) privadas e até a “iSurgery” (cirurgia) acima.

Confira as mais de 100 imagens no Worth1000.

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Aug 6

A Adaptive Path, uma empresa especializada em design e estratégia em experiência do usuário, preparou uma série de vídeos no qual apresenta como navegaremos no futuro. O resultado é um conceito de browser chamado Aurora, concebido em parceria com o laboratório da Mozilla, mantenedora do Firefox. A primeira parte já saiu (e tentarei publicar as demais neste blog):


Aurora (Part 1) from Adaptive Path on Vimeo.

O vídeo aponta a experiência de navegação do futuro como algo quase que totalmente coletivo. De acordo com o blog TechCrunch, todos os elementos, incluindo os contatos do usuário, “são representados por objetos em um espaço tridimensional”, e agrupados de acordo com os seus contextos. Além da naveação colaborativa, aparentemente, o Aurora integra outras ferramentas, como mensagens instântaneas.

O vídeo mostra dois usuários discutindo a previsão do tempo, com direito a compartilhamento de gráficos obtidos de uma página na Web. Ao contrário do que se lê em alguns sites ou blogs, o Aurora não deve ser colocado em produção, mas alimentar uma “discussão aberta” sobre a experiência do usuário em navegação Web. Jesse James Garrett, líder do projeto, foi quem cunhou o termo “Ajax“, de acordo com o TechCrunch.

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Aug 5

Saiu no Tekzilla, um podcasting de tecnologia, uma resenha em vídeo do Boxee. Trata-se de um promissor media center compatível com Windows e Macintosh. Além de gerenciar o conteúdo armazenado no disco rígido, ele oferece integração com sites como YouTube, Last.fm, Blip.tv e vários outros, além de funções de comunidade:

O Boxee é baseado no XBMC, um projeto de media center em código aberto. Já pedi para baixar a versão alpha, mas nada feito até o momento. Mais no blog oficial.

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Jul 31

 Delicious

A nova versão do Delicious (agora sem os pontinhos) está no ar. Considerações sobre o serviço de bookmarking social do Yahoo assim que der tempo.

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Jul 30

Acompanho com interesse cada vez maior o “fenômeno” do microblogging. Aquela proposta inicial, de o usuário dizer o que está fazendo no momento, já foi para o espaço. O que Twitter e similares tornam possível é propagação informação - e opinião - de forma simples e rápida.

Nesta terça-feira, tivemos um exemplo de como o microblogging pode ser interessante: fiquei sabendo por meio de um post de Dave Winner no Twitter da ocorrência do terremoto em Los Angeles. Ao contrário do que imaginava, o link não mandava para uma notícia, mas posts de outros usuários e, depois, para o site da agência de pesquisas geológicas dos Estados Unidos (USGS).

Curioso, entrei no site da CNN. A informação ainda estava naquele bloco de “breaking news”, ou seja, dando a notícia mas ainda sem link para mais informações. Ou seja, mesmo à frente de muitos sites de jornalismo online - incluindo brasileiros -, a toda poderosa CNN não tinha mais informações do que um simples post do Twitter.

Twitter

Tiago Dória, em seu blog, acrescentou que a própria Cruz Vermelha utilizou o Twitter para propagar a informação, incluindo dicas para os “seguidores” da região ficarem protegidos do terremoto. Em um post chamado “Twitter como rede de notícias”, o próprio pessoal do serviço tratou de enaltecer o feito. Exibiu o gráfico acima, no qual detalha o envio de posts durante o terremoto. O primeiro teria sido enviado segundos depois do início dos tremores, contra quatro minutos das primeiras informções oficiais e nove minutos da Associated Press (leia mais no BlueBus).

Microblog ou messenger coletivo?

Considero que as ferramentas de microblogging são muito mais substitutos dos softwares de mensagens instantâneas do que de blogs em seu formato tradicional. No final das contas, o bacana é enviar informação de forma massiva sem se preocupar muito com quem vai ler - quem quiser “seguir” o autor, que siga.

De certa forma, o microblogging subverte o conceito das mensagens instantâneas: enquanto no Messenger, você escolhe os seus contatos, no Twitter, você é escolhido por eles. Além disso, cada usuário fica dispensando de ler e responder tudo o que recebe. É propagação de informação pura e simples.

Também, a exemplo do Messenger, não considero enxergar o Twitter funcionando como ferramenta puramente baseada na Web. O ideal é contar com um cliente - no meu caso, a extensão TwitterFox, para Firefox, mas já testei outras bastante interessantes - para ler e enviar posts.

Aliás, o micoblogging tem gerado outros serviços e ferramentas que valem a visita: O Summize  é um buscador de conteúdo no Twitter que permite ver o que de mais quente está sendo discutido na Web. Pouco depois do seu lançamento, foi adquirido pelo próprio Twitter e rebatizado de “Twitter Search“.

O Outro é o Blippr, voltado para micro-resenhas de cinema, música, games e livros.

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