Depois de pouco mais de dois dias experimentando o Chrome, navegador lançado pelo Google na terça-feira, atualizo esta postagem com mais algumas considerações. O software pode ser baixado no endereço google.com/chrome.
- Apesar de simpático, sobretudo pela sua interface clean, o Chome está a quilômetros de distância do Firefox, para citar apenas o navegador que utilizo. É desprovido tanto de funcionalidades básicas - como enviar links de páginas por e-mail - como avançadas - principal exemplo: extensões;
- É uma alternativa bastante interessante para novatos em Internet, mas não se engane: as primeiras versões de produtos do Google são, geralmente, bastante simplórias… mas ficam poderosas com o passar do tempo (alguns exemplos: Google Reader, Google Earth);
- O Chrome é, essencialmente, uma introdução ao “cloud computing” (computação nas nuvens), conceito por trás de uma nova geração de aplicativos que mesclam recursos do computador e da Internet. Ele roda serviços online em janelas isoladas do navegador, com direito a atalhos no menu Iniciar e no desktop;
- Acima de tudo, traz instalado um componente chamado Gears. Criado pelo próprio Google, ele guarda localmente os dados de aplicativos online, permitindo até o uso no modo offline. Google Reader e até mesmo serviços de terceiros (exemplo: Todoist) já são compatíveis com o Gears;
- Ao contrário do que andam alardeando por aí, não percebi aumento significativo na velocidade de carga das páginas, em comparação com o Firefox e com o Internet Explorer. Mas gostei bastante de algumas funcionalidades, como página inicial, abas, gerenciador de downloads e busca na barra de endereços.
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