Volta e meia encontramos dificuldade para mostrar a clientes (internos e externos) os wireframes e layouts montados para determinado projeto. E o problema fica ainda maior na medida em que se trabalha com cada vez mais e mais plataformas, incluindo smartphones e tablets. Para ajudar quem também encara esta dificuldade, este blogueiro montou uma lista com algumas ferramentas. A maioria delas traz como vantagem a simplicidade. Confira:

Dropomocks

Chega a doer de tão simples: basta arrastar as imagens (máximo de 1 Mb para cada uma delas) para a janela do navegador, aguardar a galeria ser montada e copiar o link de compartilhamento. Oferece integração com contas do Google. O principal defeito do DropMocks é não oferecer a possibilidade de se criar galerias privadas.

Min.us

Na hora de exibir as imagens do projeto, o Min.us é quase um clone do Dropmocks. Mas, no geral, ele é muito mais robusto. Oferece até aplicativos para Windows, Mac, Linux, iPhone, Android, Windows Mobile e… ufa… Google Chrome. O Min.us tem ainda funções de rede social, exibindo as galerias dos seus contatos em uma timeline. E é totalmente gratuito!

InVision

Este serviço online não apenas permite exibir os layouts ou wireframes do projeto como torna possível criar interações entre elas. É possível, por exemplo, selecionar uma área da imagem que, se clicada, leva para outra, simulando o fluxo de navegação. Não bastasse, dá para restringir o acesso por senha. A versão gratuita do InVision habilita um projeto ativo de cada vez.

Realizer

É um misto de serviço online com aplicativo, destinado justamente para se mostrar protótipos no iPad e no iPhone. Basicamente, o usuário sobe as imagens e escolhe o aparelho para o qual elas se destinam. Depois, é só visualizá-las no aplicativo do Realizer, disponível gratuitamente na App Store. Também é possível linkar as imagens.

Mockabilly

O Mockabilly também permite subir imagens e simular a navegação entre elas por meio de links. A principal diferença é que ele é um aplicativo disponível na App Store e que, portanto, todo o trabalho de montagem do protótipo é feito no próprio aparelho. Está disponível em versões ‘lite’, bastante limitada, e paga (US$ 6,99).

Interface

O Interface também é um aplicativo para iPhone e iPad. Nele, você não sobe imagens prontas, mas vai montando cada tela elemento por elemento – tipo, você adiciona a barra inferior, depois os botões e por aí vai, e tudo no padrão Apple. O resultado fica muito bacana, mas montar cada tela dá um trabalhão. o Interface custa US$ 9,99

Em aproximadamente 10 minutos, o autor deste blog:

1) Transferiu um vídeo de 550 Mb;
2) Converteu este arquivo (AVI) para MP4;
3) Assistiu o vídeo online no iPhone.

Tudo isso foi possível em tão pouco tempo graças ao Put.io, possivelmente uma das maiores surpresas da Web nos últimos tempos. Trata-se de um serviço de armazenamento de arquivos focado em conteúdo multimídia (áudio e vídeo, mas também capaz de armazenar fotos e documentos). O destaque fica por conta da integração com RapidShare e BitTorrent.

É possível, por exemplo, solicitar a transferência de um arquivo de vídeo em torrent para o Put.io e depois assistí-lo online ou baixá-lo por donwload direto. No primeiro caso, basta baixar o gratuito DivX Web Player, disponível para Windows e Macintosh. Também é possível utilizar um reprodutor de vídeo instalado na máquina com suporte a legendas, como os sugeridos VLC Player, MPlayer e KMPlayer.

O episódio citado, de 550 Mb, foi transferido em aproxidamente seis minutos, mas as vantagens não pararam por aí: bastou o clique em um botão para que o vídeo, no formato AVI, fosse convertido quase que instantaneamente para MP4. Aí, foi só acessar o Put.io do navegador do iPhone, efetuar login na conta e assistir o vídeo online no smartphone da Apple.

Também é possível conferir os vídeos no iPad e em dispositivos com Android, além do Playstation 3 e de media centers baseados nas plataformas Boxee e XBMC (nos dois últimos casos, mediante instalação de aplicativos). Não bastasse, é possível assinar feeds RSS com arquivos torrent e, naturalmente, compartilhar seu conteúdo com outros usuários.

Bolso

O único “problema” é que o Put.io é um serviço pago, com planos que vão do básico (10 Gb de espaço + 10 Gb de banda = US$ 4,90) ao Premium (100 Gb de espaço + 100 Gb de banda = US$ 19,90). O mais popular é o Pro (50 Gb de espaço + 50 Gb de banda = US$ 9,90). É possível testá-lo gratuitamente durante três dias.

Pesquei a dica lá no competente blog do Tiago Dória: o Start.io é uma espécie de página inicial personalizável. Basicamente, o usuário adiciona as categorias e links que desejar e, depois, tem rápido acesso a eles em uma página com endereço e layout também configuráveis.

Acabei adicionando não apenas os meus sites de uso diário – Google Reader e companhia – como também outros aos quais costumo ou pretendo recorrer eventualmente – recentemente, incluí um gerador de botões do iPhone.

O Start.io já é a minha página inicial em todos os navegadores que utilizo, tanto em casa como no trabalho. Em tempo, o post no qual encontrei o serviço falava do Notepad.cc, um bloco de notas online “minimalista” e também muito bacana.

Atenção: este post não é patrocinado, mas quem instalar o DropBox a partir dos links abaixo estará dando 250 Mb de espaço adicional ao autor deste blog – qualquer usuário pode obter o mesmo recomendando o software aos seus amigos e colegas. De qualquer forma, o artigo abaixo reflete, integralmente, a opinião deste blogueiro:

dropbox

Misto de serviço online com software, o DropBox é um dos melhores produtos que surgiram na Web nos últimos dois anos. Ele nada mais é do que um disco virtual, mas com a diferença de que conta com um software que torna quase transparente a sincronização de arquivos entre dois ou mais computadores.

O DropBox não é um daqueles discos virtuais nos quais você faz upload e organiza tudo em uma interface Web. Um software que você instala nas máquinas desejadas garante que todos os arquivos armazenados em uma pasta local – My DropBox – sejam transferidos para o serviço online.

Então, quando você executa o software em outra máquina – geralmente na inicialização do Windows –, os arquivos são baixados automaticamente. No final das contas, o DropBox funciona como uma espécie de pendrive virtual, dispensando até mesmo o uso de um. Para os softwares que necessitam dos arquivos, a operação também é transparente.

Serviço online

Mas, se você não está no computador de casa ou do escritório, e precisa de um dos arquivos guardados no seu DropBox, não tem problema. A sua porção “serviço online” também é muito competente, permitindo até mesmo recuperar arquivos apagados localmente.

dropbpx2

A interface Web do DropBox é bastante limpa e intuitiva, com direito a operações por arrastar e soltar de pastas e arquivos. Duas pastas são especiais: Photos, que pode ser visualizada em forma de galeria de imagens, e Public, que fica aberta para quem receber o link – sem a necessidade de preenchimento de senhas.

O DropBox chama a atenção também no compartilhamento de arquivos. É possível criar pastas compartilhadas com outros usuários do serviço, de forma que basta salvar documentos dentro delas para que os amigos ou colegas tenham acesso. Não bastasse, é possível copiar as URLs de pastas e arquivos a partir do menu do botão direito do Windows e enviá-las para quem não é usuário.

Preços

O DropBox é totalmente gratuito para até 2 Gb de dados armazenados. Acima disso, há três opções de planos pagos. Os valores mensais são de US$ 7,99 (25 Gb), R$ 9,90 (50 Gb) e US$ 19,99 (100 Gb).

me

Fazia bastante tempo que eu procurava uma solução totalmente online para gerenciar o meu troco. Principal requisito? Muita simplicidade, ou seja, permitir nada mais do que o registro de receitas e despesas de forma a conferir, no final do mês, o tamanho do prejuízo. Além disso, categorias e alguns relatórios.

Até agora, utilizava o Money, bom software da Microsoft que foi descontinuado pela empresa neste ano –  havia deixado de ser “localizado” para o mercado brasileiro há 10 anos. Nada disso fazia: eu ainda utilizava o Money (versão 2004 OEM que veio com o notebook da patroa) por falta de opção mesmo.

Testei toda e qualquer alternativa online que apareceu em feeds de RSS, blogs, Twitter, e-mail etc. Todos foram reprovados, sobretudo por dois fatores: funcionalidades demais e localização de menos (alguns não aceitavam separação de casas decimais com vírgula, por exemplo).

É do Brasil!!!

Em julho, conheci o brasileiro Minhas Economias. Não testei o primeiro por muito tempo, mas observei nele características muita interessantes, como a possibilidade de se gerenciar múltiplas contas e vários níveis de categorias, como por exemplo, Carros > Combustível.

No final das contas, o Minha Economias pode ser comparado aos bons estrangeiros pelo critério de simplicidade, mas com a vantagem de estar localizado para os usuários brasileiros, o que não é pouca coisa. Mas o motivo de eu ter testado por pouco tempo o Minhas Economias foi outro:

Dias depois, cheguei ao também brasileiro Organizze e fiquei surpreso:  em uma interface bastante bonita e moderna, o site reúne somente o básico na hora de gerenciar os gastos. Permite cadastrar receitas e despesas em um nível de categorias, visualizar relatórios e agendar movimentações.

Cheguei a enviar um e-mail dando os merecidos parabéns e sugerindo apenas duas novas funcionalidades: inserção de saldo inicial e pelo menos dois níveis de categorias, nada além disso. De qualquer forma, já estou migrando para o Organizze. Confira uma demonstração em vídeo:

power

A PC World norte-americana publicou uma lista com os 10 sites que poderão ser importantes neste ano. O destaque fica por conta do Power.com, uma espécie de integrador de redes sociais desenvolvido no Brasil – e que estaria sendo processado pelo Facebook.

Os demais são:

TV.com: portal sobre séries de TV da cNet;
Qik: transmissão de vídeos ao vivo por telefone celular;
Boxee: media center integrado com diversos serviços;
Storefront: aplicação para Blackberry;
Loopt: aplicação para iPhone baseada em localoização (GPS);
Blip.fm: um Twitter de música
Tweetag: ferramenta de busca de “Tweets”
Hi5: rede social
Tripit: assistente de viagens

Minixr

O Minixr (imagino que a pronúncia seja “minixer”) em um serviço de microblogging que chega para concorrer com o Twitter e com os demais clones deste.

Ele é bem mais completo, a começar pela possibilidade de publicação de fotos, vídeos e áudio – além de eventos e mensagens de texto (com o mesmo limite de 140 caracteres).

Também permite guardar as atualizações favoritas e enviar conteúdo por meio do Google Talk, entre outras vantagens em relação ao concorrente popular.

As informações são do blog wwwhat’s new.

Dica: o netmania recomenda o Tumblr, um editor the “tumblogs” (digamos que um meio-termo entre blogs e microblogs). Ele permite até mesmo o gerenciamento de vários blogs na mesma conta.

Wisdomap

O Wisdomap é um serviço online de criação de mapas mentais, ferramenta de organização de idéias cada vez mais usado nos segmentos profissional e acadêmico.

A diferença em relação os concorrentes, como o completo (e complexo) Bubble.us, é que o Wisdomap é bastante simplificado, reunindo apenas as funcionalidades básicas.

O serviço permite a inserção de notas com imagens atreladas aos nós. A versão gratuita do Wisdomap permite a criação de até três mapas mentais.

As informações são do blog Profissionais da Web.