Uma bem acabada animação produzida pela filial japonesa do Google explica o funcionamento do Street View, o serviço que permite visualizar cidades a partir do nível das ruas. O foco é sobretudo em mostrar como a empresa tenta garantir a privacidade das pessoas, ocultando placas de carros, rostos e tudo mais – inclusive, a partir de solicitações. Confira:

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Fazia bastante tempo que eu procurava uma solução totalmente online para gerenciar o meu troco. Principal requisito? Muita simplicidade, ou seja, permitir nada mais do que o registro de receitas e despesas de forma a conferir, no final do mês, o tamanho do prejuízo. Além disso, categorias e alguns relatórios.

Até agora, utilizava o Money, bom software da Microsoft que foi descontinuado pela empresa neste ano –  havia deixado de ser “localizado” para o mercado brasileiro há 10 anos. Nada disso fazia: eu ainda utilizava o Money (versão 2004 OEM que veio com o notebook da patroa) por falta de opção mesmo.

Testei toda e qualquer alternativa online que apareceu em feeds de RSS, blogs, Twitter, e-mail etc. Todos foram reprovados, sobretudo por dois fatores: funcionalidades demais e localização de menos (alguns não aceitavam separação de casas decimais com vírgula, por exemplo).

É do Brasil!!!

Em julho, conheci o brasileiro Minhas Economias. Não testei o primeiro por muito tempo, mas observei nele características muita interessantes, como a possibilidade de se gerenciar múltiplas contas e vários níveis de categorias, como por exemplo, Carros > Combustível.

No final das contas, o Minha Economias pode ser comparado aos bons estrangeiros pelo critério de simplicidade, mas com a vantagem de estar localizado para os usuários brasileiros, o que não é pouca coisa. Mas o motivo de eu ter testado por pouco tempo o Minhas Economias foi outro:

Dias depois, cheguei ao também brasileiro Organizze e fiquei surpreso:  em uma interface bastante bonita e moderna, o site reúne somente o básico na hora de gerenciar os gastos. Permite cadastrar receitas e despesas em um nível de categorias, visualizar relatórios e agendar movimentações.

Cheguei a enviar um e-mail dando os merecidos parabéns e sugerindo apenas duas novas funcionalidades: inserção de saldo inicial e pelo menos dois níveis de categorias, nada além disso. De qualquer forma, já estou migrando para o Organizze. Confira uma demonstração em vídeo:

Vale a pena reservar cinco minutos para ver este vídeo no qual a Microsoft tenta mostrar, de forma muito bacana, a sua visão do futuro da produtividade. Chamam a atenção os diversos exemplos do que vem sendo chamado de “realidade aumentada“:

Microsoft Sustainability from Hana Ken on Vimeo.

Vi no site da HSM.

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Pode conter spoilers:

No final de semana, assisti ao episódio piloto de Caprica, série de TV que servirá como um prelúdio para Battlestar Galactica, encerrada recentemente depois de quatro temporadas. Para quem não conhece, Galactica é uma releitura de mesmo nome de uma das séries de ficção científica mais bacanas dos anos 80 – mesmo contando com elementos copiados, descaradamente, de Star Wars.

Apesar de uma primeira temporada arrastada, a versão de 2003 é muito melhor do que a oitentista. Elementos de política, religião e filosofia enriquecem a simples guerra homem-máquina. Mais do que isso: elevam tal conflito ao nível de clássicos como Matrix, Terminator e Blade Runner, nos quais a humanidade tenta superar os seus defeitos e a sua própria realidade por meio da máquina.

O problema, pelo menos no campo da ficção científica, é que a máquina sempre se torna superior ao homem e tenta assumir o comando da própria realidade deste – nos filmes, naturalmente, na base da porrada. No novo Battlestar Galactica, a “máquina” é representada por cópias perfeitas do homem. Desnecessário dizer que criadas pelo próprio, com suas qualidades (-) e defeitos (+).

Tais cópias, que inexistiam na série clássica, são a introdução mais significativa da nova versão. Afinal, como não sabemos exatamente quem é quem durante boa parte da história, não sabemos quais os reais objetivos por trás de certos comportamentos ou atitudes. No final das contas, sequer sabemos qual é o lado bom e qual é o lado mal – ou mesmo se isso é relevante.

Second Life versão 99.9

Pois bem: aparentemente o que Caprica tentará explicar é como e por que a humanidade criou tais máquinas a sua imagem e semelhança. Enfim, por que tentou – ou tenta – ser Deus. Adianto: a motivação, no caso da série que estréia na próxima terça-feira, nos Estados Unidos, é a incapacidade de um dos protagonistas, representado pelo ator Eric Stoltz, em lidar com a morte – no caso, da filha.

Pelo menos pelo episódio piloto, não é necessário que você tenha assistido a Battlestar Galactica, mas é bastante recomendável: em vez de batalhas espaciais, mostra o dia-a-dia de Caprica, o planeta destruido logo no início das séries clássicas e nova, o surgimento dos Cylons (robôs-soldados muito parecidos com os stormtroopers de Star Wars) e da família Adama, protagonistas de ambas as Galactica’s.

Para os “geeks”, a obra é um prato cheio: são explorados temas como inteligência artificial, download (e upload) da mente, robótica doméstica e militar, papel eletrônico e realidade virtual – adolescentes usam um aparelho chamado “holoband” para acessar uma ultra-avançada versão de Second Life na qual fazem sexo em grupo, consomem drogas e participam de festas recheadas de violência.

O bacana é que tanto Caprica como a nova Battlestar Galactica tentam deixar no ar a pergunta: “Será que não estamos caminhando para o mesmo destino?”. Pena que isso fique evidente somente na última cena do último episódio de série recém terminada, quando há uma homenagem a… bom, aí seria entregar demais. Veja abaixo um vídeo promocional de Caprica:

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A PC World norte-americana publicou uma lista com os 10 sites que poderão ser importantes neste ano. O destaque fica por conta do Power.com, uma espécie de integrador de redes sociais desenvolvido no Brasil – e que estaria sendo processado pelo Facebook.

Os demais são:

TV.com: portal sobre séries de TV da cNet;
Qik: transmissão de vídeos ao vivo por telefone celular;
Boxee: media center integrado com diversos serviços;
Storefront: aplicação para Blackberry;
Loopt: aplicação para iPhone baseada em localoização (GPS);
Blip.fm: um Twitter de música
Tweetag: ferramenta de busca de “Tweets”
Hi5: rede social
Tripit: assistente de viagens

De acordo com os blog oficial do Miro – para quem não conhece, um dos melhores softwares de download de vídeos da atualidade -, o Youtube está tornando disponível links para download de seus vídeos (canto inferior esquerdo do player):

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Aparentemente, os primeiros exemplos da funcionalidade foram encontrados em um canal especial sobre a transição do novo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama. Um deles pode ser visto aqui.